Sexta-Feira, 05 de outubro de 2007

Chegamos! Finalmente a idéia de chegar em Londres se concretizou.
O sonho de conhecer uma das cidades mais cosmopolitas do mundo ainda não começou, tendo em vista que estamos apenas caminhando pelas pequenas ruas de Wimbledon, bairro no qual estamos hospedados e onde fica a nossa Escola.

Depois de longas horas entre aviões e aeroportos chegamos ao nosso destino final às 22:30 de quinta-feira, 04/10, o que nos impossibilitou de pegar o metrô e tentar chegar de ônibus como havíamos planejado. A saída foi chamar um táxi, que cobrou 68 libras para nos levar até nossa nova casa.

A surpresa foi a que não encontramos uma família britânica nos aguardando. No lugar disso, havia quatro brasileiros e um japonês em uma república, o que deixou-nos de certa forma frustrados. No entanto, as longas histórias contadas pelos moradores nos trouxeram um pouco do que é a realidade de Londres.

Hoje, sexta-feira, fizemos pouca coisa. Fomos até a Escola realizar o teste de proficiência, no qual eu até fui bem (um “Pré-Intermediate” não é tão ruim!). Depois disso fomos conhecer as estações de metrô que ficam próximas: a Cooliers Wood e a South Wimbledon.

Ao que tudo indica a coisa não vai ser fácil. O banho frio que tivemos que tomar hoje devido ao aquecedor que não funcionou com certeza é prova disso. Eu, com o meu inglês fajuto vou passar dificuldades, tendo em vista que a comunicação fica dificultada. O negócio vai ser ir à luta mesmo! Hoje o Renan é o “ponto focal” sempre que há a necessidade de qualquer tipo de diálogo, mas aos poucos o meu inglês deve começar a fluir com mais facilidade e aí sim eu vou conseguir estabelecer um diálogo ao invés de apenas perguntar: “do you know where is de South Wimbledon Station”*

Espero daqui alguns dias conseguir escrever em inglês estas palavras que facilmente digito em português. Sei que não vai ser fácil, mas essas três horinhas de curso todos os dias vão ter que me ajudar em alguma coisa.

* Um estranho diálogo que eu tentei estabelecer com um velhinho numa parada de ônibus. Eu sabia onde era, queria apenas ver se eu me fazia entender. O tiozinho não me escutou de saída, apenas quando eu gritei no ouvido dele ele apontou para onde era. Coisas de Londres (e de quem não sabe quase nada de inglês!)

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